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Identificador de hash

Identifique um tipo de hash – MD5, SHA, bcrypt e mais no formato.

100% Grátis Sem registro Amigável à privacidade Senha e segurança
Atualizado set 2026
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Como usar Identificador de hash

  1. Cole o hash.
  2. Leia os tipos de candidatos — classificados por correspondência de formato.
  3. Desambiguar por contexto: formatos prefixados ($2b$, $argon2) são certos; bare hex precisa que o sistema de origem decida entre algoritmos de mesmo comprimento.
  4. Aja de acordo: verifique, migre hashes fracos (MD5→bcrypt) ou prossiga com testes autorizados.

O que é Identificador de hash?

Um identificador de hash examina um hash desconhecido e adivinha seu algoritmo a partir de dicas de formato reveladoras: comprimento, conjunto de caracteres e prefixos estruturais. Uma sequência de 32 caracteres hexadecimais é provavelmente MD5; 40 caracteres SHA-1; 64 caracteres SHA-256; uma string começando com $2b$ é bcrypt; $argon2 é Argônio2. Ele lê a impressão digital da impressão digital.

A necessidade surge sempre que um hash aparece sem rótulo — em uma coluna de banco de dados, um arquivo de configuração, um conjunto de dados vazado, um desafio CTF ou código legado — e a próxima etapa (verificar, quebrar testes autorizados ou migrar) depende de saber o que o produziu.

Sobre o Identificador de hash

Cole um hash e obtenha seus tipos prováveis, classificados de acordo com a correspondência do formato — tudo analisado em seu navegador.

Onde isso ajuda: auditoria de segurança e pentesting (autorizado) — identificando formatos de hash armazenados antes de avaliar sua força ou tentar recuperação; migração de banco de dados e arqueologia de código — herdar um sistema e precisar saber como ele faz hash de senhas (uma coluna de senha MD5 é uma descoberta: ela precisa ser atualizada para bcrypt no próximo login); CTF e análise forense — o primeiro passo padrão em um hash capturado; e depuração — confirmar se um valor é o tipo de hash esperado.

Limites honestos: a identificação é uma inferência a partir do formato, não uma certeza — muitos algoritmos compartilham comprimentos de saída (uma string de 64 hexadecimais pode ser SHA-256, SHA3-256 ou outras; uma string de 32 hexadecimais pode ser MD5 ou NTLM), portanto, a ferramenta oferece candidatos, não um veredicto. Formatos salgados e prefixados ($2b$ do bcrypt, $argon2id$ do Argon2) identificam-se de forma limpa; hashes hexadecimais simples são ambíguos apenas em comprimento. A identificação é uma análise passiva — sem cracking, sem pesquisa — e tudo permanece no seu navegador.

Perguntas Frequentes

Por formato: comprimento (MD5=32, SHA-1=40, SHA-256=64 caracteres hexadecimais), conjunto de caracteres e prefixos ($2b$=bcrypt, $argon2id$=Argon2, {SHA}=LDAP). É uma correspondência de padrões na impressão digital, por isso nomeia candidatos, não certezas.
Muitos algoritmos compartilham comprimentos de saída - uma string hexadecimal de 64 cabe em SHA-256, SHA3-256 e outros; 32 hexadecimais cabe em MD5 e NTLM. O comprimento por si só não pode eliminá-los, então a ferramenta lista as opções compatíveis com o formato e deixa o contexto decidir.
Formatos salgados que incorporam o salt com um prefixo (bcrypt $2b$…, Argon2 $argon2id$…) identificam-se de forma limpa e inequívoca - o prefixo é a assinatura. Hashes hexadecimais salgados (sal armazenado separadamente) se parecem com seu algoritmo básico.
Ele informa QUAL algoritmo atingir – uma primeira etapa necessária na recuperação autorizada. A identificação em si não quebra nada (é uma análise passiva de formato); apenas direciona você para a abordagem certa.
Trate isso como uma descoberta de segurança: MD5 (e SHA-1/SHA simples) para senhas não é seguro. Planeje uma migração para bcrypt/Argon2 — o padrão comum é refazer o hash de cada senha com o algoritmo forte no próximo login bem-sucedido do usuário.

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